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  • Foto do escritorGustavo Figueirêdo, psicólogo clínico

Os (des)afetos educacionais

É sabido que quando se fala em educação, a mesma pode ser compreendida por vários ângulos. Seja através da educação doméstica; seja através da educação escolar, pelas vias da aprendizagem; assim como, através de tantas outras arestas.


Haja vista, recentemente foi veiculado, através das redes sociais e outros meios de comunicações, um grupo de alunos do curso de medicina, de uma certa faculdade, no interior de São Paulo; comportando-se de forma despida e com gestos obscenos, numa determinada competição desportiva. Segundo o, padre e sociólogo, José Carlos Pereira: “O afeto é o sentimento que gera autoestima entre as pessoas, sejam elas jovens, adultas ou idosas, pois produz um hormônio que garante o bem-estar do corpo, gerando sensação de felicidade.”. Você sabe o nome desse hormônio? Na verdade, existem alguns que, realizam essa função – biologicamente, ofertando, felicidade. São elas: a serotonina, a endorfina, a dopamina e a ocitocina.


Considerando que, o Brasil, é o país da América Latina, com maior índice de depressão. Assim como esses alunos, uma boa parcela da sociedade brasileira; será que não estamos convivendo com uma grande quantidade de pessoas com insuficiência hormonal? Tendo como causa, muitas vezes, a falta da educação doméstica. Estamos diante de uma busca da qualidade de vida, na qual não sabemos mais onde fica a fronteira do limite. Ultrapassando, a mesma, sem se quer pensar nas consequências para si; e para com o próximo.


No tocante a educação escolar, a cada ano que se passa, escutamos que a nossa educação escolar pública vem, cada vez mais, deficitária. Com a chegada da covid, no Brasil; as escolas particulares, também, passaram a conviver com algum grau de déficit de aprendizado. Não obstante, segundo o, Padre Lenildo Santana da Silva, assertivamente, discorre, no seu livro – Educar: a arte de polir corações – “O governo e a sociedade em geral precisam entender que uma boa educação para todos é um elemento fundamental para a construção de um país fraterno e mais solidário. Portanto, dar sentido à vida dos alunos é o maior desafio do atual modelo educacional.”.

A importância do – sentido – à vida dos alunos, deveria, de fato, ser um olhar ímpar. Principalmente, na rede pública, de ensino. Cresci, e continuo escutando, que os nossos governantes, não têm interesse algum, no aprimoramento da educação pública; principalmente, a de base. Certamente, querem cultivar os votos de: cabrestos. Isso é de uma causa tão preocupante, que a nossa educação escolar brasileira (o aprendizado), já está começando a respingar no nosso parlamento, no Congresso Nacional. Lugar onde se encontram os representantes do povo.


Não sei se muitos assistiram; numa determinada sessão, recente, da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI); a uma parlamentar pronunciar, quando estava lendo, mais de uma vez, a pronuncia do nome do Ex-Presidente da República: Ernesto Geisel; de forma errada. A mesma, pronunciou, da maneira como se escreve. Só retificou, quando alguém, soou, o som correto. Preocupante, não é!?


Por fim, caro leitor, eis a questão! Como andam as suas questões educacionais? Afetuosas? Ou...?

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