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Amar, Amar, Amar: do preconceito para o conceito

  • Foto do escritor: Gustavo Figueirêdo, psicólogo clínico
    Gustavo Figueirêdo, psicólogo clínico
  • 30 de set.
  • 2 min de leitura

É sabido que, de várias definições da palavra, preconceito, uma delas é: “qualquer opinião ou sentimento concebido sem exame crítico.” Isto!!! “... sentimento concebido sem exame crítico.”


Recentemente, participei de um evento na minha área, onde uns dos palestrantes, discorria que – conversar – é algo que tem que ser realizado com alguém. Con/versar – Verso: o lado poético que é realizado com alguém. Ou melhor dizendo, que deveria ser realizado com alguém. No entanto, sabemos, com o advento das redes sociais, ou no mundo contemporâneo, de muita correria, frenético; a dádiva poética do conversar vem perdendo a sua rima. As pessoas não se dando mais, o direito, de escutar umas às outras. Tendo, muitas vezes, consequências precipitadas, ou preconceituosas.


Fora que, com a falta do acesso às conversas; onde muitas vezes nos destina à compreensão de algo; isto poderá nos conceber opiniões, entendimentos; descristalizados, ou preconceituosos. Quando passamos a ter acesso, pelas vias da compreensão, aos contextos que nos circundam; certamente, enxergamos de forma não mais preconceituosa; e sim, através dos seus devidos conceitos. Ascendendo ao: sentimento concebido com exame crítico.


Não obstante, no momento, estou lendo o livro do nosso querido: cantor, compositor, escritor, professor, ..., Silvério Pessoa – Do altar para o palco: Os shows em movimento do Padre Fábio de Melo – trabalho de conclusão do curso de doutorado do artista. Na obra, o autor explana, através dos sacerdotes midiáticos; trazendo o Padre Fábio como referência; uma nova modalidade de comungar a Fé Católica. Através dos seus shows gospels.


No cortejo – Do altar para o palco – onde eu venho parafrasear: Do preconceito para o conceito; Silvério nos oferta, no andor da pesquisa literária, que a música gospel é oriunda das “... características dos cultos evangélicos, mas é muito mais ampla, pois recebeu influências do blues e dos cantos dos povos negros escravos nas fazendas dos EUA.” Não diferente, a maneira como surgiu a Renovação Carismática Católica (RCC), através de um grupo de alunos e professores da Universidade Norte-Americana, advinda do protestantismo.


Ora! No mundo recheado de tantos preconceitos, através das oposições politicas partidárias, religiosas, étnicas, ...; Silvério vem nos catequisar, ou conceituar, por exemplo, que a música gospel e a RCC transcendem as suas aparências. No caso da música gospel, originária dos escravos negros norte-americanos. Os negros, muitas vezes, condenados, por comungarem de uma fé de origem de matriz africana, tipo: o candomblé; por exemplo.

 

Ou seja, por mais que não comunguemos com as diferenças alheias; será que não devemos, no mínimo, respeitar de quem as comunguem? Do contrário, por que originamos? Buscar essa postura, leva-nos a religar (religare igual religião) a um Ser Maior. Parece-me que a humanidade vem sentindo sede desta prática. Buscar, também, esse ritmo, é passar cantar as melhorias das nossas saúdes mentais; para melhor convivermos.


Por fim, caro leitor, eis a questão! Como vem sendo, o cortejo de convivência, nas caminhadas da vida? Pelas vias do preconceito? Ou ...

A pandemia do rompimento
 
 
 

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