• Gustavo Figueirêdo, psicólogo clínico

Eduquem seus filhos, amem, cuidem deles

Dias atrás, acredito que muitos assistiram ao júri popular do triste acidente da Tamarineira. Onde destruiu uma família inteira; deixando como sobreviventes, o advogado Miguel Motta e a filha. Ainda levando a óbito, a babá, que estava gestante. O acusado, João Victor Ribeiro, por sua vez, foi condenado, em média, mais de vinte e nove anos de prisão. Um jovem que teve a sua liberdade de ir e vir impedida por um grave e triste acidente. Por questões de...


O depoimento da testemunha do acusado, num determinado trecho da fala, relatou que: Um adicto ou dependente químico, quando não dá entrada numa instituição de tratamento para dependentes químicos, poderá dar entrada na prisão ou no cemitério. No caso do João Victor “optou” pela cadeia. Tido como consequência a destruição de uma linda família.


Certo dia, na sua homilia, o Padre Donizete Ferreira, Sacerdote da Comunidade Católica Canção Nova, disse: “Precisamos aderir, precisamos da adesão do nosso coração à Palavra de Jesus que provoca-nos, que nos faz realmente mudar de vida.”. Ou seja, independente qual seja a sua ou a minha crença religiosa, mas se for para o bem, precisamos aderir o nosso coração para o bem. Chega de tanta violência! Os habitantes do mundo estão adoecidos.


Neste sentido, o advogado que sobreviveu ao acidente, numa entrevista, explanou: “Eduquem seus filhos, amem, cuidem deles.”. Ou seja, sejam presentes na vida dos seus filhos. Amar! Que verbo contemplativo. Será que não estamos precisando conjugar mais este verbo, na convivência do nosso dia-a-dia, com as pessoas? Com os filhos ou demais seres humanos?


Aderindo o Amor no nosso coração, certamente passaremos a mudar o nosso estilo de vida. Passando ter uma vida mais consciente, respeitando as normas e as leis; tipo a de – trânsito – por exemplo. Ofertando-nos a continuação da liberdade de ir e vir, e não ocasionando mal, absolutamente, a ninguém. Reflitamos! Para que Deus nos livre; amanhã não seja nem eu, nem você. Não olhando numa perspectiva (ego)cêntrica ou (ego)ística; mas, para que o Amor seja contemplado e conjugado na vida de cada um de nós seres humanos.


Por fim, caro leitor, eis a questão! “Eduquem seus filhos, amem, cuidem deles.”. Torcemos por um mundo melhor: sem dependentes químicos, sem guerras, sem violências urbanas,... Só depende de mim e de você; e mais ninguém.

A pandemia do rompimento

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