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A pneumopatologia suprema

Foto do escritor: Gustavo Figueirêdo, psicólogo clínico
Gustavo Figueirêdo, psicólogo clínico
6 de set.
2 min de leitura

A palavra suprema quer dizer: “O feminino de supremo, adjetivo que significa o que está acima de tudo ou de todos, o ponto mais alto, máximo, principal ou divino.” Ou seja, numa perspectiva não governamental, e governamental; respectivamente podemos ter: os pais ou responsáveis pelos filhos; os CEOs das empresas ou lideranças executivas; os Ministros da Suprema Corte Judiciária Brasileira; Presidente da República (Chefe do Poder Executivo); dentre outros.


Certa feita, um jovem adulto, desabafava comigo que, a mãe vinha lhe pedindo respeito, dentro de casa. Os pais eram separados já um bom tempo. A mãe ia para o trabalho de ônibus. Certo dia, ela conheceu um rapaz na parada, onde na mesma semana, levou-o para dormir na sua casa. Ou seja, abriu as portas do seu lar para uma pessoa estranha. Onde ali, tiveram relações sexuais e, momentos de convivências, como se conhecessem há muito tempo. Abro um parêntese, onde não venho julgá-la. Não cabe a mim acusar ninguém. Apenas compreender, os sentimentos, trazido pelo filho; da ocasião. É importante entender que temos livre arbítrio com nossos atos e atitudes. As consequências caberão a cada um que os praticarem.


Não obstante, a sociedade brasileira assistiu, por esses dias, mais uma subida de degrau, nos supostos escândalos de corrupções, na área governamental. Com a autorização do Ministro, André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF); a Polícia Federal (PF) quebrou o sigilo de mais conteúdos envolvendo o Banco Master. Neste caso envolvendo, também, membros do judiciário, como: o Ministro do STF, Alexandre de Moraes; e o Procurador Geral da República, Paulo Gonet Branco.


Se não bastasse, com os supostos escândalos vindo à tona, começaram “brigas de farpas” entre Ministros do STF. A Psicologia Jurídica subdivide, o assédio moral, nas empresas e nas instituições públicas, como: assédio moral ascendente, assédio moral descendente e assédio moral horizontal. Este último, o assédio moral horizontal, acontece quando é realizado por colaboradores, ou servidores públicos, que exercem o mesmo cargo. Os Ministros, Alexandre de Moraes e André Mendonça, segundo os meios de comunicações do Brasil; realizaram supostos assédios morais; entre si.


O filósofo, norte-americano, Eric Voegelin, definiu – pneumopatologia – como sendo o adoecimento da alma, do caráter. Ora! A sociedade brasileira, constantemente, vem convivendo, numa escalada exponencial, perante a esfera pública, com supostos pneumopatológicos, ou supostos servidores públicos, que comungam da má-fé. É fato que, a sociedade, não vem suportando mais; com as gradativas de corrupções; no país. Ora é escândalo do INSS, ora é da lava-jato, ora é revelado de dentro do Poder Judiciário. Toda essa realidade ocasiona, insegurança social, à população. Fora a indignação! Por sabermos que, recursos públicos financeiros, que eram para ser designados para o desenvolvimento social; acabam sendo destinados de forma ilícitas.


Pasmem! Supostas ilicitudes realizadas por agentes públicos onde, financeiramente, não precisam. Porque os seus determinados holerites são expressamente cifrados. Por isso, com todo respeito, quando tenho conhecimento de certos assédios morais; a mim, soa como: assédio imoral.


Por fim, caro leitor, eis a questão! Você se considera uma pessoa pneumopatológica? Ou ...?


A pandemia do rompimento
 
 
 

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