• Gustavo Figueirêdo, psicólogo clínico

O Brasil não tem salvação, é muita cachaça e pouca oração


Acredito que já tenhas ouvido falar no ditado: toda brincadeira tem um fundo de verdade. Pois bem! Recentemente; um padre brasileiro pediu oração, por conta da pandemia, para nós brasileiros; ao Papa Francisco. Ludicamente, o Pontífice, disse: O Brasil não tem salvação, é muita cachaça e pouca oração. No fundo, no fundo, no fundo; será que, o Santo Padre, não tem razão?


A pandemia, aflorada no Brasil, todos sabem, que levou outro rumo: descambou-se para a polarização política. A CPI da covid que nos diga! Segundo, Carl Gustav Jung, psicoterapeuta suíço, dizia: “percebemos no outro, as outras mil facetas de nós mesmos.”. Ou seja; o erro da pandemia, das mortes, das vítimas, da falta de vacina no Brasil; é do Presidente da República, do Governo Federal, dos Governadores, dos Prefeitos, da situação e da oposição. A culpa é de fulano, é de sicrano. Não escapa ninguém! É de todo mundo! E você e eu: como colaboramos com essas faltas?


Certo dia chamou minha atenção, quando eu passava por um determinado lugar; três rapazes conversavam muito próximo, um do outro, com a máscara no queixo. Justamente nessas horas, de proximidade, uns com os outros, que as máscaras devem estar nos seus respectivos lugares; protegendo as regiões nasais e bucais. Para dali, não ser disseminada, à possibilidade do vírus para outras pessoas.


Assim como sabemos que as festas clandestinas e os bares lotados, sem um pingo de pudor ao cumprimento das normativas do protocolo da covid, vêm acontecendo. Haja vista, segundo o Padre Roger Araújo, explana que - “Tem muita coisa que não enxergamos, a começar por enxergar nós mesmos, de escutar aquele velho ditado: ‘Se enxerga’. Reveja o que está dentro de você, o que tem nessa cabeça, nesse coração.”. Ou seja, será que estamos precisando rever o que está dentro da gente, dentro da nossa cabeça, no nosso coração?


Mediante esta dinâmica, de revermos, onde e como colaboramos, para o índice da covid não cessar; possivelmente passaremos resgatar a vida que gostaremos. Entretanto, diante desta guerra, será que não devemos nos tornar munições, através dos nossos atos e atitudes, para o combate deste vírus? Do contrário, as cepas ou as variantes, passarão ser sócias desta sociedade. É isso que queremos? Acredito que não! Então, o que está faltando?


Assim como toda estadia, quando esse vírus irá embora (estaremos todos imunizados)? Não desejemos “usucapião” para esta peste. Pelo Amor de Deus!!!


Por fim, caro leitor, eis a questão!: “Quem de vós estiver sem pecado, seja o primeiro a lhe atirar uma pedra.” (Jo 8,7).

A pandemia do rompimento

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